Bom, minha gente. Primeiro, desculpe o sumiço. Fim de ano não é fácil. Você sabem: cada segundo do nosso tempo fica ocupado seja para botar a conversa em dia com os tios e primos que estavam desaparecidos há séculos seja para saborear as comidinhas gostosas da vovó.
Mas...o glamour não pode ficar de lado. Por isso, resolvi pintar milhas unhas com esse laranja aqui: o Aleixo, da Impala. Gostei desde a primeira pincelada! Mas se liga: minha mão (e todo o resto do meu corpitcho) é morena. Para as clarinhas, não sei se fica tão bom. Olha aí:
Saldo depois de uma semana: um elogio espontâneo (rá! de uma mulher de 30) e semi-aprovação do marido. Bateu o espelho, que recebeu um elogio não tão espontâneo (e mais, de uma mulher de 22) e não passou no teste do maridão. E ah...Vamos combinar? Rosa tem aos montes por aí hoje. Laranja sim é atitude.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Está escrito
No restaurante Japonês (aquele baratinho da Vila), mulher de 30 e marido de 31 conversam. Ela, como sempre, planejando os próximos dias/meses/anos resolve adiantar ao amado o próximo projeto.
- Meu bem, sabe...Tô querendo fazer aula de fotografia.
- Aula? Para que aula, dá para aprender isso num livro. Compre um sobre o assunto!
- Mas, amor, a gente precisa de estímulo, né?
- Tá bom... Então compre um livro LINDO!
- Meu bem, sabe...Tô querendo fazer aula de fotografia.
- Aula? Para que aula, dá para aprender isso num livro. Compre um sobre o assunto!
- Mas, amor, a gente precisa de estímulo, né?
- Tá bom... Então compre um livro LINDO!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Através do espelho
Finalmente tomei coragem. A primeira vez em que o vi foi assim, de repente, um choque, sei lá. Fiquei meio sem saber o que fazer e, como uma moça de família casada e de ficha limpa, relutei em experimentar. Mas a ideia ficou ali, na minha cabeça. Tormento.Não resisti e resolvi experimentar...
Passei o esmalte "Espelho", da coleção Balneários Brasil que a Impala lança nesta "virada de temporada primavera verão" (oi?). Enfim, valeu Impala, que foi atenciosa o suficiente para me enviar uma amostra deste e mais três.
É o esmalte mais vivo que já passei na vida. No bom e no mal sentido. E olha que ultimamente eu bem que vinha experimentando uns vermelhos. Ele é assim, rosa meio alaranjado neon.
Quase passei esse para ir a um casamento na semana passada. Mas achei que não cairia bem com a imagem femme fatale que eu queria passar. Mas, uma semana depois, taí. Ainda estou colhendo algumas impressões que, depois, coloco aqui. Prometo também experimentar os outros três. Até aquele azul.
Passei o esmalte "Espelho", da coleção Balneários Brasil que a Impala lança nesta "virada de temporada primavera verão" (oi?). Enfim, valeu Impala, que foi atenciosa o suficiente para me enviar uma amostra deste e mais três.
É o esmalte mais vivo que já passei na vida. No bom e no mal sentido. E olha que ultimamente eu bem que vinha experimentando uns vermelhos. Ele é assim, rosa meio alaranjado neon.
Quase passei esse para ir a um casamento na semana passada. Mas achei que não cairia bem com a imagem femme fatale que eu queria passar. Mas, uma semana depois, taí. Ainda estou colhendo algumas impressões que, depois, coloco aqui. Prometo também experimentar os outros três. Até aquele azul.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
MANUAL DA AUTOESTIMA N#1
Não te sentirás velha.
É o que venho repetindo a mim mesma, apesar de a maioria das pessoas no lugar em que trabalho ser mais nova que eu. Mas hoje me indicaram um creme anti-rugas que, juro, já estava pensando em comprar. Alias, vou fazer isso e depois comento.
Por outro lado, também tenho ouvido por aí que 30 não são muitos anos. Tudo bem que quem diz isso são minha mãe, minha avó... Para elas vou ser sempre uma criança, né? Mas há que se levar em conta a experiencia das duas.
Experiência! Essa, aliás, é a palavra. Além das rugas supracitadas, ela também vem com os anos. E a minha me diz que com 30, dá para ser nova ou velha, só depende da gente.
Então, ficamos assim. Deixa eu ir twittar um pouco, ouvindo Lily Allen no meu iPod. As fontes da juventude estão cada vez mais superficiais (ave, terminei isso aqui parecendo uma tiazona. Paciência!)
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